Os valores intangíveis

Sem a percepção dos valores intangíveis, seria muito difícil para algumas agências e assessorias traçarem formas de seus clientes se relacionarem com o ambiente externo, isso é fato. Uma companhia de seguros mostraria o quê? E uma caderneta de poupança? Um papel com cifras? Uma firma de segurança privada mostraria um guarda armado até os dentes (o que causaria sensação de temor e não de segurança)?

Encontrar uma boa imagem para mostrar aos clientes e demais públicos é um desafio dos mais agradáveis. Na verdade, para o bom “comunicador” (palavra que sempre usei para definir o Chacrinha e o Sílvio Santos), nem chega a ser um desafio – é parte da sua atividade diária. Uma firma de segurança privada em vez de mostrar um guarda armado, mostraria símbolos de força e acima de tudo, organização. Quem sabe um parque bem vigiado (mas sem aparecer seguranças), com crianças correndo livremente sem a presença de sujeitos esquisitões com sobretudos.

Agora, o caso que acho mais legal é o desta companhia de seguros funerários holandesa:

Reparem que é realmente um desafio vender um produto desses. Como abordar o público consumidor e dizer para ele comprar algo assim? Certamente não é um caixão confortável, com aberturinhas de ventilação, que vai convencer. Mas sim os Valores Intangíveis. E a companhia DELA soube encontrar com perfeição!

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